Para o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a inovação em infraestrutura tem redefinido os limites da engenharia civil, permitindo a execução de projetos mais complexos, sustentáveis e resilientes em todo o território nacional. A digitalização dos canteiros de obras e o uso de novos materiais são os pilares que sustentam a competitividade das grandes construtoras no mercado atual.
Este artigo explora como a inteligência artificial, a robótica e o monitoramento em tempo real estão transformando a gestão de ativos públicos e privados. Continue a leitura para compreender como a tecnologia está moldando o futuro das cidades e das redes logísticas brasileiras.
Adoção do sistema BIM revoluciona processos na construção pesada e aumenta eficiência em projetos
A adoção do sistema BIM (Building Information Modeling) representa um dos maiores saltos qualitativos na história recente da construção pesada. Sob o ponto de vista do ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a capacidade de criar gêmeos digitais das estruturas permite prever interferências e falhas antes mesmo do início da escavação.
Essa modelagem tridimensional integra dados de arquitetura, estrutura e instalações, garantindo que o planejamento seja seguido com precisão milimétrica. A inovação não reside apenas na ferramenta, mas na mudança de cultura organizacional que prioriza a integração de dados para evitar desperdícios de insumos e tempo. Além do planejamento, a execução física tem sido beneficiada pelo uso de drones e sensores inteligentes espalhados pelos canteiros.
Como a inteligência artificial impulsiona a inovação em infraestrutura?
O uso de algoritmos de aprendizado de máquina permite que a engenharia pesada realize manutenções preditivas em grandes ativos, como pontes, túneis e barragens. Segundo o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, sensores instalados nas estruturas captam vibrações e variações térmicas que a inteligência artificial interpreta para prever fadigas de material.

Essa antecipação evita colapsos e permite que as reformas sejam planejadas sem a necessidade de interrupções emergenciais que prejudicam a logística nacional. A IA atua como um sistema nervoso da infraestrutura, garantindo que o ativo “comunique” sua saúde estrutural aos engenheiros de forma contínua e detalhada. A automação de processos administrativos e logísticos também é um fruto direto da aplicação tecnológica no setor de construção.
Por que a sustentabilidade é inseparável da inovação tecnológica?
A busca por soluções que causem menor impacto ambiental tem levado a engenharia a desenvolver materiais inovadores, como o concreto autorrecuperável e o asfalto ecológico. Como considera a liderança da empresa do Grupo André Guimarães, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a inovação permite que as obras de hoje sejam projetadas para durar séculos com baixíssima necessidade de reparos.
O uso de resíduos industriais reciclados na composição de pavimentos é uma prova de que a tecnologia pode aliar economia e preservação dos recursos naturais. Projetar estruturas que consomem menos energia e geram menos carbono é o novo padrão de excelência exigido pelos investidores globais.
O futuro digital da infraestrutura brasileira
A inovação em infraestrutura é o único caminho para que o Brasil supere seus gargalos históricos e se posicione como uma potência logística global. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a engenharia do futuro será definida pela capacidade de transformar dados em decisões estratégicas que beneficiem a sociedade. Ao abraçarmos a tecnologia, não estamos apenas construindo obras, mas edificando uma nação mais conectada, eficiente e preparada para os desafios do século XXI.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez


